Hey! 👋
A Select Experience tá chegando e a programação está no ar! Os convidados foram escolhidos a dedo e os temas estão super atuais com dinâmicas interativas pra aquele assunto não ficar só no palco! Nos vemos em novembro!
Gabriel Nunes (@nunesgabriel)
A era das soft skills
Todo time já teve aquele dev que faltava na daily, respondia no Slack quando dava vontade e revirava o olho quando alguém pedia documentação. Ninguém queria muito trabalhar com ele, mas todo mundo precisava, porque só ele entendia o sistema legado que segurava a empresa inteira. O conhecimento era concentrado o bastante pra compensar o resto.
Isso começa a mudar quando um agente consegue ajudar qualquer pessoa a entrar num código que nunca viu e tenta conseguir entender, em uma tarde, coisas que antes exigiam meses de experiência acumulada. O conhecimento técnico continua importante, mas ficou mais fácil de acessar. E, quando a parte técnica deixa de ser tão exclusiva, outras coisas começam a pesar mais.
O artigo fala bastante sobre isso no trabalho cotidiano. Se alguém te faz uma pergunta e você simplesmente joga no chat e devolve a resposta gerada por IA, talvez você devesse repensar esse comportamento, é realmente bem chato. Se a pessoa perguntou pra você, provavelmente existe algum contexto que ela espera que você use. O mesmo vale pros documentos de trezentas páginas produzidos em segundos, escrever ficou barato e super rápido, mas ler e entender ainda continua levando tempo.
A relação com a ambiguidade também muda. Antes era fácil passar uma tarefa adiante porque faltava contexto, esperar alguém definir melhor o escopo ou voltar dizendo que alguma coisa não funcionou. Agora dá pra investigar, testar algumas hipóteses e voltar com opções em pouco tempo. O que passa a importar é o que você fez com esse tempo.
No fim, as famosas soft skills não são exatamente novas. Saber se comunicar, responder quando alguém precisa, explicar uma decisão, avisar quando travou e assumir o que está fazendo sempre foi importante, o básico né. A diferença é que, agora que a IA tornou parte do trabalho técnico mais acessível, fica mais difícil compensar a falta dessas habilidades sendo apenas a pessoa que mais entende de código.
Boas soluções começam antes do código.
Quando surge um desafio complexo ou um comportamento inesperado no sistema, o primeiro impulso costuma ser colocar a mão no código o mais rápido possível. A vontade de resolver logo é natural, mas nem sempre esse é o melhor caminho.
Antes de pensar na solução, vale entender o problema. O verdadeiro trabalho começa na investigação: entender o contexto real, questionar as premissas e, principalmente, descobrir a causa raiz em vez de apenas remediar o sintoma.
Depois dessa etapa o caminho a ser seguido fica mais claro. Pensar estrategicamente é resistir à tentação da resposta rápida. É fundamental avaliar os impactos no ecossistema e construir uma solução que resolva a necessidade de hoje sem criar o débito técnico de amanhã.
Esse jeito de resolver problemas faz parte da engenharia no Asaas. Valorizamos análises bem fundamentadas, discussões técnicas e soluções sustentáveis no longo prazo, porque boas decisões começam muito antes da implementação.
Por: George Pagliuso, Analista de Dados no Asaas.
Se você gosta de enxergar além do óbvio e liderar a estratégia por trás de desafios complexos, confira nossas oportunidades!
🚦 Como o semáforo decide a sua vez
Semáforo começou como um braço mecânico de ferrovia e hoje consegue coordenar o trânsito de uma cidade inteira. O texto explica como sensores detectam carros, como o tempo do sinal é calculado e por que o vermelho acabou virando o sinal de pare. Também conta a história do primeiro semáforo, instalado em Londres em 1868 e explodido poucas semanas depois. E tem uma simulação pra brincar de engenheiro de trânsito.
⛽ Dopamine fracking
O que acontece quando a gente pega uma coisa boa e tenta otimizar até o limite? O autor chama isso de “dopamine fracking” e usa morango como exemplo: o aroma artificial entrega o sabor rápido e barato, mas deixa de lado textura, variedade e todo o resto que faz um morango ser um morango. A ideia aparece em coisas bem diferentes, de música e vídeo a hobbies e relacionamentos. É uma crítica à mania de transformar experiências em versões cada vez mais concentradas delas mesmas.
🧱 Atenção é tudo que você tem
Jogue Tetris todo dia por algumas semanas e você começa a ver as peças em nuvem, prédio e até na hora de dormir. A autora usa esse efeito pra mostrar que aquilo em que você presta atenção por tempo suficiente acaba moldando o que você pensa, e hoje quem escolhe isso é o algoritmo do YouTube, do Spotify e do LinkedIn. A proposta dela é voltar pra uma internet mais lenta, de favoritos, blogs e RSS. Ela continua lá, só ficou enterrada debaixo da internet corporativa.
🪦 Descanse em paz, plan mode
Uma dev construiu um app de código inteiro apostando que o plano seria a parte mais importante de programar com IA. Não deu certo: os modelos ficaram bons o suficiente pra decidir sozinhos, ninguém aguentava ler spec longa escrita por IA e separar planejar de construir travava o fluxo. Pra ela, o planejamento continua importando, só que dentro do loop, e não num documento chamado “o plano”. O que segue sem resposta é como entender um sistema que centenas de agentes estão mexendo ao mesmo tempo.
Eventos
A maioria dos eventos de tech é pensada pra quem está começando. A Select Experience é pra dev sênior, staff, tech lead. É dia 14 de novembro, em São Paulo, com só 300 vagas e sem palco: fishbowls, mentorias e workshops onde quem está na sala contribui tanto quanto quem está na frente. O lote atual vai até 30/09, depois o preço sobe.
YouTube
4 devs tentam programar uma urna eletrônica pra eleger o novo presidente da Codecon... mas tem um impostor entre eles.
🎬 Recriando a URNA ELETRÔNICA (mas com um IMPOSTOR)
Aplicativo da Codecon
Tem novidade no site da Codecon: a Pauta, um espaço pra compartilhar links, tirar dúvidas e trocar ideia com a comunidade.
Tem até aba de vagas e uma sala só pra quem é PRO. Bora testar?






