Hey! 👋
Ontem a gente decidiu encerrar as atividades da DVLPR. Ela nasceu dentro da Codecon, virou marca própria e lançou vários produtos que fizeram sucesso por aí. Foram 2 anos, mas manter loja virtual com estoque, marketing e tudo mais não é fácil.
A ideia é voltar ao formato do início: loja funcionando durante os nossos eventos. Estaremos na Select Experience em novembro e na Codecon Summit do ano que vem.
Os pedidos online vão até 10 de setembro de 2026. Valeu por tudo ❤️
🐼 DVLPR
Gabriel Nunes (@nunesgabriel)
Quando medir entrega deixou de fazer sentido
Quando as ferramentas de IA se espalharam de vez pela engenharia da Dropbox, o efeito não foi exatamente o esperado. O código passou a sair mais rápido, sim. Só que a fila de review encheu, o CI ficou caro, a validação travou e a coordenação de release virou o novo ponto de dor. Acelerar a geração não resolveu o problema, empurrou ele pra frente.
A resposta interna foi o Nova, uma plataforma pra rodar agentes dentro do ambiente da empresa, com contexto da base de código e revisão humana no fim da linha. Hoje o Nova responde por mais ou menos 1 a cada 12 PRs da Dropbox. E o uso mais interessante não é só a feature: é o trabalho chato que ninguém prioriza, tipo migração, teste flaky, atualização de dependência e investigação de bug.
Junto veio uma mudança na forma de medir. Quando escrever código era o gargalo, contar PR fazia sentido. Com o volume subindo, contar PR só mostra que tem mais coisa entrando na fila. Passaram a olhar tempo de resposta de review, taxa de teste que passa de primeira, proporção de defeito e retrabalho e, no fim, se aquilo virou valor pro cliente ou parou no meio do caminho.
Tem um efeito colateral que quase ninguém comenta, a pressão no dev também sobe. Se implementar ficou rápido e paralelo, spec mal escrita e problema mal enquadrado saem mais caro do que antes. Produto e design entram na conta. E a vantagem não está no modelo, que é o mesmo que todo mundo tem acesso, está no que a empresa construiu em volta dele.
Boas soluções começam antes do código.
Quando surge um desafio complexo ou um comportamento inesperado no sistema, o primeiro impulso costuma ser colocar a mão no código o mais rápido possível. A vontade de resolver logo é natural, mas nem sempre esse é o melhor caminho.
Antes de pensar na solução, vale entender o problema. O verdadeiro trabalho começa na investigação: entender o contexto real, questionar as premissas e, principalmente, descobrir a causa raiz em vez de apenas remediar o sintoma.
Depois dessa etapa o caminho a ser seguido fica mais claro. Pensar estrategicamente é resistir à tentação da resposta rápida. É fundamental avaliar os impactos no ecossistema e construir uma solução que resolva a necessidade de hoje sem criar o débito técnico de amanhã.
Esse jeito de resolver problemas faz parte da engenharia no Asaas. Valorizamos análises bem fundamentadas, discussões técnicas e soluções sustentáveis no longo prazo, porque boas decisões começam muito antes da implementação.
Por: George Pagliuso, Analista de Dados no Asaas.
Se você gosta de enxergar além do óbvio e liderar a estratégia por trás de desafios complexos, confira nossas oportunidades:
💎 A origem do diamante
Um ensaio ilustrado acompanha o diamante desde o tubo de kimberlito até a vitrine da joalheria. Passa por banho de ácido sulfúrico fervendo, escaneamento pra calcular quantas pedras cabem em cada bruto e Surat, na Índia, onde 91% dos diamantes do mundo são lapidados. Os gráficos foram feitos no Wigglypaint e tem um diamante 3D pra arrastar no final. Só 1 em cada 200 tubos tem pedra de qualidade o resto vira ponta de broca.
⚡ O protótipo que antes morria no README agora roda
Um engenheiro conta como a fila de projetos parados virou uma sequência de repositórios funcionando: uma linguagem de sistemas, um formato de notação, uma CLI pra matar o arquivo .env. Ele mede o próprio ritmo por tempo até o PR e chega em algo perto de 4x. Pra não enferrujar, ele reservou tempo pra implementar na mão e ler código-fonte em vez de pedir resumo.
📻 Criando filho com CD, telefone de fio e pi-hole
Um pai que trabalha com tecnologia decidiu que a saída pra criar os filhos longe do feed era voltar duas décadas. Comprou um som de CD, instalou um telefone fixo via VoIP com whitelist de contatos e montou um PC de família com pi-hole liberando Wikipédia, mas não Google. O argumento é que mídia física devolve autonomia pra criança justamente porque não tem ninguém do outro lado otimizando o tempo de tela. As crianças usam o telefone pra dar trote nele, que está na mesma cozinha.
⏰ Seu cron job merece se aposentar
Os timers do systemd resolvem quase tudo que o cron faz mal: PATH imprevisível, stdout sumindo no limbo, histórico difícil de investigar e aquela sintaxe que ninguém lê de primeira. O texto vai do básico até o que cron não faz, tipo rodar uma hora depois do boot, acordar a máquina suspensa e espalhar execuções pra evitar thundering herd.
Eventos
Galera acabamos de lançar o Staff Experience, um evento 100% online, pensado pra quem quer sair na frente: nomes como Mauricio Aniche (CTO na Alura), Waldemar Neto (Tech Leads Club), Loiane Groner (BNY) e outros especialistas dividem experiências reais sobre arquitetura de software na era da IA, engenharia agêntica e os bastidores das falhas que ninguém te conta.
Só R$ 42, lote único. Vagas limitadas.
YouTube
Acabou de sair!!! Colocamos o ErickWendel SEM TECLADO pra criar uma API contra 3 júniors. Quem se dá melhor?






